Clipe novo do Sabotage!

Les Paul, o guitarrista e inventor que mudou a história da música com a guitarra elétrica e a gravação multicanais e chegou a ter alguns hits nas paradas (muitos ao lado da esposa Mary Ford), morreu nesta quarta-feira (12). Ele tinha 94 anos.
De acordo com a empresa Gibson Guitars, Paul morreu devido às complicações de uma pneumonia no White Plains Hospital. Ele estava acompanhado da família e de amigos.
Paul ajudou a no nascimento do rock ‘n’ roll ao criar a primeira guitarra elétrica de corpo sólido, e também foi responsável por uma das invenções mais revolucionárias nos métodos de gravação: o gravador multicanal.
Com ele, os músicos puderam gravar instrumentos diferentes na mesma música, até mesmo cantando em harmonia consigo mesmos – alem de poderem mexer no equilíbrio entre as faixas dos canais para finalizar suas gravações.
Em 1952 a Gibson Guitar começou a produção da guitarra Les Paul. Pete Townsend do The Who, Steve Howe do Yes, o virtuoso jazzista Al DiMoela e Jimmy Page do led Zeppelin estão entre os que escolherem a Gibson Les Paul como sua guitarra preferida.
R.I.P.
Cabes + Dj PeenBatalha de MC´s
Data: 15/08/2009
Local: Café do Sol – Av. das Rendeiras, 458 – Lagoa da Conceição
Florianópolis SC (ver mapa)
Entrada: R$ 20 masculino, R$ 10 feminino,
R$ 150 VIP (inclui 10 convites e R$ 75 de consumação)
Realização e Promoção: Cena Hip-Hop
Apoio: Bounce Soluções – Informática e Web Design | Rádio Digital Underground
Reservas, VIPs e Ingressos Antecipados
Douglas d’Aquino - (48) 8432-1494
Às vezes vamos num show e o cantor grita um “Iê-iê” e todo mundo repete logo em seguida, porém Bobby McFerrin, aquele senhor que não se preocupa pois é feliz, faz algo um pouco mais útil com isso.
Em sua apresentação no World Science Festival ele transforma a platéia num teclado gigante, sem precisar dizer uma palavra nem explicar nada do que vai acontecer.
“Manguebeat versão moleton” – Parte I A cidade de São Paulo é considerada o berço do rap nacional. Não à toa, claro, já que foi batendo latas na estação São Bento do metrô, na capital paulista, que o rap brasileiro começou a dar seus primeiros passos, em 1985. De lá para cá, mais de 20 anos se passaram e a cidade seguiu como grande referência quando o assunto é ritmo e poesia no Brasil. Nesse meio tempo, porém, artistas de outras regiões se destacaram e conseguiram dividir a atenção dos holofotes com a capital paulista.
Foi assim em Porto Alegre (RS), com o Da Guedes; no Rio de Janeiro (RJ), com MV Bill e o rap irreverente trazido pelos integrantes do Quinto Andar; em Brasília (DF), que conta com representantes como GOG e Viela 17, e possui uma cena muito forte; no Nordeste, com grupos como o Faces do Subúrbio, Clã Nordestino e, mais recentemente, Costa a Costa e Inquilinus. E agora, chegou a vez de outra cidade integrar a ‘elite’ do rap nacional: Curitiba, no Paraná, também conhecida como a “cidade zero grau”.
Os beatmakers
Cabes, Cilho, Dario, Nave, Nel Sentimentum, Spektrum… Se você não acompanha a cena do rap alternativo, então provavelmente ainda não ouviu falar de nenhum ou da maioria desses nomes. E, sinceramente, pode ser que nem venha a conhecê-los. Isso porque eles são alguns dos ‘operários’ do rap, aqueles que trabalham na construção das músicas que chegam aos seus ouvidos. No rap, eles são conhecidos como beatmakers (“fazedores de batidas”) ou produtores.
Acesse o blog e confira a matéria completa: www.perraps.wordpress.com













